Toda criança já brincou de telefone sem fio.
Uma frase é sussurrada no começo e, depois de passar por dez crianças, torna-se irreconhecível.
Isso foi exatamente o que danificou a VIDA que Jesus trouxe.
Jesus falou e viveu claramente:
- vida diária
- amor diário
- sacerdócio diário
- exortação diária
- arrependimento diário
- Pão diário
- Luz diária
- amor sacrificial diário
- presença diária
- obediência diária ao Pai
- parceria diária com o Espírito
Mas, ao longo de um século, o sussurro tornou-se:
- Domingo
- “cobertura” espiritual do clero
- rituais
- sacramentos
- pregações, livros e música para serem comprados na mesa de livros
- prédios
- dias santos
- regras
- frequentar, “tornar-se membro”
- afiliação, marcas, “cobertura”
- apresentação
O que era orgânico tornou-se mecânico.
O que era baseado em relacionamento tornou-se baseado em ritual.
O que era diário tornou-se semanal.
O que era um sacerdócio tornou-se uma audiência.
Não aconteceu de forma maliciosa.
Aconteceu gradualmente.
Convenientemente.
Culturalmente.
Politicamente.
Economicamente.
E uma vez que um sussurro torna-se uma tradição...
As pessoas deixam de se lembrar das palavras originais e então negam a origem.
Mas eis o problema:
Sistemas produzem exatamente aquilo que foram projetados para produzir.
E o Sistema que herdamos não consegue produzir Vida Zoe, por mais que otimizemos as partes.
Algumas pessoas maravilhosas ainda serão apaixonadas por Jesus, mesmo dentro desse sistema. É claro! Mas serão controladas pelo clero se levantarem a mão para contestar ou fazer uma pergunta, e diminuídas pelo fermento incontestado e incontrolável na massa de frequentadores no domingo e permanecerão crianças espiritualmente, atrofiadas por toda a vida, e nunca saberão disso.
É isso que o fermento e um Sistema fazem, toda vez.
A brincadeira de telefone sem fio remodelou o Reino.
Este livro é uma tentativa de ouvir o sussurro Original novamente.