“O erro mais comum de um engenheiro inteligente é otimizar aquilo que não deveria existir.”
Todo engenheiro sabe como é a sensação desagradável de criar uma solução brilhante... para o problema errado.
Eu passei alguns anos ensinando Filosofia de Sistemas e Design no contexto de Construção de Cidades na Escola de Pós-Graduação em Design da Universidade de Harvard. A cada ano, a classe é formada por executivos globais de quinze países diferentes com 15 a 20 anos de experiência em formação de cidades, nações, redes de energia, transporte e projetos multibilionários.
Em Harvard, discutimos a necessidade de ver o Ecossistema, e não apenas o jargão de TIR (taxa interna de retorno), ROL (receita operacional líquida), estruturas de cascata e financiamento mezanino. Essas coisas são necessárias, mas igualmente importante é otimizar o tecido da vida: engajamento comunitário, demografia de idade e educação, pobreza, cultura, transporte, investidores, políticos presos a um mandato eleitoral de quatro anos, desertos alimentares, saúde, densidade e muito mais.
Um dos meus sites, NIMBY.com, aborda esse fenômeno de “Não no meu quintal”. Somente pensando como um “Ecossistema” você consegue resolver a mentalidade de: “Não foi minha ideia, então, mesmo que seja ótima, eu digo: ‘Não no meu quintal!’” Daí a sigla internacionalmente conhecida e destruidora de negócios: NIMBY “Not In My Backyard” (“Não no Meu Quintal”).
A filosofia de sistemas e design pergunta:
“Como as partes interagem para produzirem o resultado de um todo?”
Mas o mundo moderno de igreja não faz realmente essa pergunta como deveria. Por que não? Talvez porque não odeiem os frutos ruins como deveriam? Ou pior, talvez a complacência mundana, a conformidade e o dinheiro sejam os obstáculos?
Em vez disso, o Sistema de frequência tenta otimizar componentes externos nomeáveis. “Se apenas fizermos estas coisas um pouco melhor, Deus desceria e não teríamos de continuar a embelezar as nossas histórias sobre o quão próximos de Deus estamos, apesar dos frutos ruins.”
- melhores sermões e participação controlada conjurada
- melhores prédios e estacionamentos
- melhores músicas e apresentações
- melhores programas
- melhores promoções da marca e marketing
- melhores treinamentos do clero
- melhores pequenos grupos com currículos melhores
- melhores canais de participação e horários e locais mais convenientes
Mas o resultado final nunca bate. Porque o Sistema que Jesus concebeu nunca foi um Sistema em si — mas sim um Ecossistema. Um organismo vivo e interdependente, definido por relacionamentos diários, saturação espiritual, sacerdócio, responsabilidade e devoção.
Leia Atos 2:42-47…
para ver o que JESUS trouxe à Terra,
na Terra como no Céu!
O povo de Deus agia com base...
- na Presença, não na apresentação
- na vida cotidiana, não em rituais semanais
- no Espírito, não na estrutura
E então... silenciosamente, gradualmente...
- As partes componentes substituíram a vida orgânica
- O ritual substituiu o relacionamento
- “Não deixar de reunir-nos” substituiu a vida apaixonada Juntos.
- “Cobertura” substituiu relacionamentos com Dons.
- Espectadores substituíram discípulos.
- O clero substituiu o Sacerdócio de todos com o Espírito.
- Prédios substituíram verdadeira convivência diária.
- Programas e tornar-se membro substituíram arrependimento.
- Sermões e pregações substituíram estar saturado na Vida diária Juntos da nação de sacerdotes.
- Controle, regras e a adesão doutrinária substituíram fé.
- “Segurança” e previsibilidade substituíram confiança no Espírito de Deus em Seu Povo, o próprio Dom que Ele prometeu: “para vocês, para os seus filhos e para todos os que estão longe, para todos quantos o Senhor, o nosso Deus, chamar”.
Otimizamos a coisa errada.
E o resultado é visível por toda parte:
- raízes superficiais
- fé frágil
- colapso moral
- corações entediados
- líderes exaustos
- adolescentes confusos ou deprimidos procurando por algo mais, em algum lugar
- derrotas espetaculares
- desesperança aprendida
- anemia espiritual
- gerações perdidas
- fermento de escuridão escondida enchendo a massa sem contestação
- um museu de cera ou um Jesus em vitral em vez do Leão e o Cordeiro de Deus
Acredito profundamente que a Geração Z é a primeira geração em séculos com a coragem de dizer em voz alta o que todos sentem:
- “O imperador está nu!”
- “Isso não está funcionando.”
- “Isso não é Jesus.”
- “Nos mostre o que é REAL — Nos mostre JESUS.”
E é por causa disso que este livro existe.
Porque o Ecossistema que Jesus concebeu não sumiu.
Ele simplesmente ficou enterrado sob séculos de sedimentos culturais.
Ele está vivo. E está emergindo.
Geração Z, bem-vindos à porta.
O que segue é o Caminho para o Ecossistema da Vida de Jesus. Vai custar tudo. Ou seja, vai custar tudo de que não precisa. Mas VALE A PENA!!!! Boom!